quarta-feira, 13 de abril de 2011

BRUNA SURFISTINHA.2011 - BASTIDORES DE FILMAGENS.

16 março, 2011

BRUNA SURFISTINHA

1.000.000! E vem mais por aí!

1.000.000 pessoas já assistiram o filme, Completamos o primeiro milhão no domingo de Carnaval. Foram apenas 10 dias de exibição. É muito legal saber que essa história atingiu tanta gente e que todas essas pessoas se envolveram com meu trabalho.
Agora estamos a caminho do segundo milhão, espero que ele chegue.
Obrigado a todos!
 
Depois dessas de semanas cansativas, me lembrei dessa foto da Deborah quando a gente filmou a cena do salão de cabelereiro. Foi um dia muito cansativo, tinha muitas pessoas em cena e apenas uma camera pra filmar todo mundo. 
No final a cena ficou bem engraçada, com a Fabiúla arrasando na imitação do gozo e armando o maior barraco com as clientes no final. Na época, achei a cena muito legal, mas me surpreendi quando vi como o público ri nessa hora. Nunca imaginei que exigisse tanta energia o lançamento do filme. Foram realmente dias muito corridos, os da semana passada. Entrevistas o dia inteiro e pré-estréias de noite, e ainda na sexta, o filme passando em quase 35 salas no Brasil. Tenho tido uma ótima sensação sobre a recepção do filme pelo público. A imensa maioria tem se surpreendido com a história e gostado muito dos atores, que eu também acho que estão sensacionais. A trilha e a linguagem do filme também têm sido muito elogiadas. Somos o líder absoluto nas bilheterias e tenho notícias de que o filme deve fazer um excelente final de semana de estréia.
 
Esse lance de ser diretor é uma coisa muito curiosa. Numa hora, você esta no centro de SP com garotas de programa e usuários de crack, depois, numa reunião com executivos discutindo números do orçamento, depois discutindo se sai água ou não da torneira do cenàrio com um encanador cenotécnico. São muitos assuntos misturados ao mesmo tempo. E ainda tem aquele momento que eu me pego escolhendo entre o vestido brilhante, com um pouco menos brilho, ou com o maquiador segurando 3 amostras de cabelo pra eu decidir qual a cor que ele deve usar. Por isso que quando o filme estréia a gente nem acredita! E ainda no final, o que vale é a opinião isenta do sujeito que fica comendo pipoca e diz: “É…. Até que achei legal!” Ufa!!! O texto foi enviado pela Cristina Lago, atriz que interpreta a Gabi, no filme.
“Quero começar dizendo que tenho um grande orgulho de estar nesse filme. Cada trabalho que o ator faz, transforma a vida dele. Pelo menos comigo é assim. Algumas vezes mais, outras menos, mas fazer um longo metragem é sempre algo transformador. Impossível não sair mexida depois de filmar Bruna Surfistinha. Acho que grande parte disso se deve pela preparação de elenco do mestre Sergio Penna junto com nosso diretor Marcus Baldini. Emoções a flor da pele.

Ficamos mais de duas semanas vivendo as personagens do filme numa casa alugada pela produção. Eu, Brenda Lígia, Déborah Secco, Drica Moraes, Érika Puga, Fabíola Nascimento e Simone Iliesco acordamos, comemos, tomamos banho, lavamos a louça, vemos tv, conversamos, brigamos, dançamos, choramos, gritamos  e muito mais… JUNTAS. E juntas descobrimos as particularidades de cada personagem. É impossível descrever tudo o que passamos na “casinha”, mas posso dizer com toda certeza que jamais vou esquecer essas semanas e essas pessoas maravilhosas que o filme conseguiu reunir.
O desenho acima foi a Kelly (Brenda Lígia) quem fez no dia em que a Raquel (Deborah Secco) chegou na “casinha”.  Dá para ver a personalidade de cada uma nascendo, e como a Raquel tinha acabado de chegar, era o bebê casa, rs… Não deixamos ela em paz nesse dia! A Kelly colocou o desenho na geladeira e todo mundo ficou tirando saro da Raquel..rs. Não resisti e guardei o desenho quando a preparação acabou. Agora quero ver esse filme lindo na telona!”

Tive um dia muito corrido e cheio de emoções na terça-feira paulistana. De manhã e no período da tarde atendi vários jornalistas e um dos depoimentos do elenco que mais me comoveu foi o da Guta Ruiz, que vive Carol no filme, que ressaltou o envolvimento de todo o elenco no longa, onde acreditaram no projeto e tiraram a imagem negativa inicial de Bruna Surfistinha.

Na pré-estréia, já noite, Deborah no seu discurso antes do filme, falou da sensação de ter interpretado Bruna Surfistinha e chamou Raquel Pacheco para também falar. Muito emocionada, ela falou das saudades dos pais e que o filme ajudaria eles a entenderem o momento dela.
Raquel assistiu o filme finalizado pela primeira vez no Iguatemi. Ela gostou muito e chorou várias vezes durante a exibição. 
 Marcus Baldini e Michele Matsumoto - Foto por Ricardo Matsukawa/Terra

Acho que a palavra chave é EMOÇÃO. Depois de todos os eventos até agora – ainda tenho a pré-estréia na cidade de Paulínia – o fato de ver as pessoas comentando e discutindo sobre o filme, uma viagem de 4 anos, não só minha, mas de todo o elenco, é um momento mágico e emocionante.

Não esquecendo! Um convidado muito especial, a quem quero agradecer a presença no Iguatemi, é o Dentinho, jogador do Corinthians que participou do filme também. Acho que dei início à carreira de ator do craque. Rumo a Hollywood!

Sempre sonhei com um momento como o de hoje, onde apresentaria algum trabalho meu no Cine Odeon, aqui na cidade do Rio de Janeiro.

O frio na barriga foi inevitável. Na platéia, muitas pessoas que admiro e a receptividade e o calor do público deram o clima para uma noite emocionante.
Deborah Secco e Marcus Baldini - Foto por Alex Palarea/ Roberto Filho/AgNews.

Essa foto é do primeiro dia de filmagem em Outubro de 2009. Logo no primeiro dia, todo aquele nervosismo de estréia e os maquiadores esqueceram parte da caracterização da Deborah para as cenas de escola!

Estávamos filmando em Campinas e o que faltava tinha ficado em São Paulo. A filmagem era pra começar às 7 da manhã e começou às 11 horas. Acho que minha cara nessa foto já diz bem o que tava pensando naquele momento.

Ainda bem que a equipe era incrível e a gente conseguiu recuperar o tempo perdido.
fotos inéditas minhas que mostram situações vividas pelas meninas no período de preparação dos personagens na “casinha”. Não são fotos das gravações, mas de ensaios e situações vividas na casa e no Terraço Itália. Confiram!
Cristina Lago (Gabi) comemora com Deborah Secco (Bruna Surfistinha) o sucesso do blog no Terraço Itália.
Meninas se preparam para uma noite de ensaio e diversão no Love Story.

Ensaio de Deborah Secco (Bruna Surfistinha) escrevendo sobre os programas em sua agenda.
As meninas jogavam baralho - A situação real inspirou uma cena do filme.

 Ambientação foi tão real que quase causou problema.

As atrizes Fabiula Nascimento, Brenda Lígia, Simone Iliescu, Ericka Puga e Cristina Lago interpretam as colegas da Raquel (Deborah Secco) no filme quando ela chega no privê da Larissa(Drica Moraes).

A preparação do elenco foi feita pelo Sergio Penna. As meninas ficaram numa casa dia e noite, onde viviam situações que simulavam um privê de verdade por mais de duas semanas. Através de conversas diárias com Penna e com as atrizes eu conduzia o processo pra que elas descobrissem sua forma de construir as personagens.

Quem não entendeu nada foi a vizinha da casinha, uma senhora simpática, que um dia chamou a polícia pra se queixar das gritarias e discussões das meninas, preocupadíssima com o novo perfil do comércio local!

domingo, 3 de abril de 2011

A ÁGUIA DA LEGIÃO PERDIDA (THE EAGLE. 2010),

CRITICA
POR: WILLIS DE FARIA

A ÁGUIA DA LEGIÃO PERDIDA (THE EAGLE. 2010), romance da inglesa Rosemary Sutcliff, é belíssimo. Quase uma continuação do filme que esteve recentemente em nossas telas: O Centurião (Centurion. 2010), quando a nona legião de 5.000 centuriões romanos foi massacrada em uma emboscada pelos selvagens Pictos, que viviam após as muralhas de Adriano, e se refugiavam nas terras altas da Escócia. O filme se passa 20 anos depois, pois o pai de Marcus Áquila, era o Comandante dos Centuriões massacrados, e ele veio para resgatar a Águia, símbolo do Império Romano. E ao ser levado às telas pela dupla sensacional de O Último Rei da Escócia (Kevin Macdonald, diretor, e Jeremy Block, roteirista) o mundo aguardou com ansiedade, até que surgiu A ÁGUIA. Um épico que peca pelo roteiro inodoro, incolor e insípido. Falta profundidade, substância, conexão, e as apostas não foram suficientemente altas para um épico que coloca a honra e a amizade no centro. A história da NONA é maravilhosa, o livro é empolgante. Há várias batalhas (mas nunca sangrentas) e um relacionamento memorável entre senhor e escravo evolui através do filme. Tahar Rahim, Donald Sutherland e Mark Strong estão no elenco, entre outros. Se você não se preocupa tanto com profundidade, vale à pena assistir cada um dos 105 minutos. Estreia no Brasil em 23/09/2011.Vale o ingresso. Nota: 6,0

Invasão do Mundo - Batalha de Los Angeles (Battle:Los Angeles),

CRITICA 

POR: WILLIS DE FARIA
Invasão do Mundo - Batalha de Los Angeles (Battle:Los Angeles), é excessivo e demasiadamente sobrecarregado com os clichês de filme de guerra. Eu não estava convencido emocionalmente neste filme, nem me foi surpreendido pelos efeitos especiais desde o estilo foi definitivamente arrancada do Distrito 9, com o seu estilo corajoso. O filme em si foi como Rambo, atirando para longe e nunca ficar sem munição, porque cada um dos soldados nunca ficou sem munição para emprestar uns aos outros. O filme irá apenas contemplar somente os viciados ação mais ardente. Se você gostou do que viu no trailer (s) e são muito bem com a obtenção de duas horas do mesmo, então você deve se contentar com o que está presente. Isto é uma vergonha já que o filme não mostra potencial e ainda dá dicas em ser algo mais elaborado, mas ele nunca mergulhou como um filme de ação julgada principalmente sobre os conflitos na tela é suficiente e comporta até melhor do que a maioria de seus precursores tipicamente da média. Assim, os viciados do gênero, provavelmente irão obter o que eles estão procurando. É claro, o final foi feliz de Hollywood. Duas horas cheia de muitos gritos e explosões sem sentido, tudo visto através de uma câmera trêmula. Eu gostaria de comentar sobre o desenvolvimento do caráter ruim, mas eu nunca conseguia dizer a qualquer um deles à parte, nem me importo o suficiente para tentar. Vale apenas como entretenimento, puro e simples. Nota: 5,0

quinta-feira, 24 de março de 2011

Morreu Elizabeth Taylor, um dos últimos ícones de Hollywood


Considerada uma das mulheres mais belas do mundo e uma diva dos anos de ouro do cinema norte-americano, a lendária atriz Elizabeth Taylor morreu aos 79 anos, em Los Angeles.

A atriz estava internada há seis semanas no hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde acabou por falecer. Taylor sofria de uma grave insuficiência cardíaca e já em 2009 tinha sido operada ao coração. Há cerca de cinco anos que Elizabeth Taylor usava cadeira de rodas, dada a sua incapacidade física.

A sua morte foi, entretanto confirmada pelo filho da atriz, Michael. "É devastador", disse o filho ao "USA Today". A atriz "morreu tranqüila, rodeada pelos filhos Michael Wilding, Christopher Wilding, Liza Todd e Maria Burton", pode-se ler num comunicado emitido pela família, que lembra também que Elizabeth Taylor tinha dez netos e quatro bisnetos. "Era uma mulher extraordinária que viveu a vida ao máximo, com muita paixão, humor, e amor", descreve o filho Michael no mesmo comunicado.

Elizabeth Taylor, uma das mais mediáticas atrizes de Hollywood, nasceu em West London, Reino Unido, a 27 de Fevereiro de 1932. Filha de pais americanos, a atriz mudou-se para os Estados Unidos em 1939. Começou a sua carreira no cinema muito nova: tinha 10 anos quando foi contratada pela Universal Pictures para o filme "There's One Born Every Minute". Mas foi em séries infanto-juvenis que começou a revelar o seu talento. Em 1943 participou na série "Lassie". E desde então nunca mais parou, como provam os números dos filmes em que participou - mais de 50.

Adulada e aclamada pela crítica, Elizabeth Taylor venceu dois Oscar da Academia na década de 1960 pelos papéis nos filmes "Quem tem medo de Virginia Woolf" (1967) e "BUtterfield 8" (1961). Foi ainda nomeada para mais três com os filmes "A Árvore da Vida" (1958), "Gata em Telhado de Zinco Quente" (1959) e "Bruscamente no Verão Passado" (1960). Embora "Cleópatra" (1963) não lhe tenha valido qualquer nomeação para os Oscar, o filme ficará para sempre como um dos grandes sucessos da atriz.

Mas não só de glamour se fez a vida da atriz. Elizabeth Taylor foi várias vezes alvo dos tablóides pelos seus hábitos luxuosos, como a sua paixão por jóias que a levou mais tarde a criar uma coleção com o seu nome. A sua longa amizade com Michael Jackson também a pôs no centro das atenções. Quando o cantor morreu, Elizabeth Taylor mostrou-se triste e chocada com a notícia. “Eu amei o Michael com todo o meu coração e não consigo imaginar a vida sem ele. Tínhamos tanto em comum e divertíamo-nos tanto.”

Longe das câmaras e dos holofotes da fama, Elizabeth Taylor foi uma ativista. A atriz participou e organizou vários eventos a favor de causas humanitárias, tendo sido uma das grandes vozes na batalha contra a sida. Em 1991 fundou a American Foundation for AIDS Research (AmFar), após a morte do seu colega ator e grande amigo Rock Hudson, em 1985. Elizabeth Taylor foi das primeiras figuras públicas a falar sobre a doença, tendo angariado, ao longo dos anos, milhões de dólares para ajudar no combate à doença. Mesmo nos últimos anos, já debilitada, a atriz continuou a lutar pela causa.

Segundo o site de entretenimento TMZ, Elizabeth Taylor deve ser enterrada no cemitério Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles. Local onde estão também sepultados Marilyn Monroe, Natalie Wood, Truman Capote, Farrah Fawcett e Dean Martin. Mas a família já fez saber que deseja uma cerimônia privada, anunciando que os pormenores do funeral, que se deverá realizar no fim da semana, serão comunicados mais tarde.

Entretanto, a família pediu a todos que, em vez de enviarem flores, façam pequenas contribuições para a fundação da atriz que luta contra a sida, através do site. E criou ainda uma página no facebook para qualquer pessoa poder deixar o seu testemunho e a sua mensagem.

Elizabeth Taylor, a última estrela.

 O cinema viu Elizabeth Taylor crescer. Da menina pré-adolescente de "Lassie — A Força do Coração" à sogra mal-humorada de Fred Flintstone foram mais de 50 anos de vida na tela. Ninguém encarnou com mais propriedade o sistema de estrelas de Hollywood. Os muitos casamentos, os escândalos, os contratos milionários, o glamour do “jet set”, as receitas de beleza e, de vez em quando, uma boa interpretação garantiram muitos milhões de dólares para os estúdios de cinema, a maioria deles para a Metro Goldwyn Mayer. Entre um filme e outro — foram 54 longas-metragens — o público acompanhava a última atribulação de sua vida particular. O casamento com o herdeiro milionário da cadeia de hotéis Hilton. A traição à melhor amiga Debbie Reynolds, de quem roubou o marido Eddie Fischer. As muitas internações em hospitais. O Oscar merecido que não recebeu por "De repente no último verão". O Oscar injusto que foi parar em suas mãos por "Disque Butterfield 8". O desprezo ao marido Eddie Fischer que trocou por Richard Burton durante as filmagens de "Cleópatra", filme pelo qual foi a primeira atriz do mundo a receber um milhão de dólares por um trabalho. Os muitos textos poéticos que celebravam seus olhos cor de violeta. O casamento com Burton, o divórcio de Burton, o novo casamento com Burton. Os anéis de brilhante, os brincos de brilhante, as tiaras de brilhante, presentes do marido, do ex-marido, do futuro marido Richard Burton. As bebedeiras em público...

Elizabeth Taylor foi tão vigiada fora das telas que seus papéis no cinema ficaram em segundo plano. E ela era uma boa atriz. Esteve impecável em melodramas como "A última vez que vi Paris", em adaptações teatrais como "Gata em teto de zinco quente", em dramas psicológicos como "Quem tem medo de Virgina Woilf", em comédias como "A megera domada".
 

Mas acima da boa atriz sempre brilhou a estrela de Hollywood. A britânica Elizabeth Rosemond Taylor transformou-se em Liz Taylor por obra dos estúdios de cinema. Vendeu sabonetes, revistas de fofocas, biografias não autorizadas e muitos, muitos ingressos de cinema. Foi a maior das estrelas. Foi a última delas também. Com a morte de Elizabeth Taylor, aos 79 anos, nesta quarta-feira em Los Angeles, o star system, enfim, acabou.

O auge da carreira da actriz coincidiu com a fase final da época dourada de Hollywood, nas décadas de 1950 e 1960. Cleópatra, a grande produção assinada por Joseph L. Mankiewicz, é o mais popular dos filmes protagonizados por Elizabeth Taylor, que conheceu o realizador ainda adolescente, em Cannes.

Abaixo pode recordar alguns dos filmes de referência na obra de Elizabeth Taylor – excepto Cleópatra, todos os outros valeram à atriz nomeações aos Oscares. Venceu duas estatuetas douradas, primeiro com BUtterfield 8, de Daniel Mann, e depois com Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, de Mike Nichols.
Juntos, fizeram primeiro Bruscamente no Verão Passado, que valeu a Taylor uma das cinco nomeações aos Óscares. Mas foi com Cleópatra que fizeram história, tanto a do cinema como a do mundo: à lendária sensualidade e decisão da rainha do Nilo, conhecedora de segredos de beleza avançados para a sua época, o séc. I a.C., Liz adicionou os traços físicos impolutos de uma estrela; o resultado foi uma mulher ímpar para o imaginário coletivo.
Abaixo pode recordar alguns dos filmes de referência na obra de Elizabeth Taylor – excepto Cleópatra, todos os outros valeram à actriz nomeações aos Óscares. Venceu duas estatuetas douradas, primeiro com BUtterfield 8, de Daniel Mann, e depois com Quem Tem Medo de Virginia Woolf?, de Mike Nichols.

Algumas das cenas dos filmes de Elizabeth Taylor 

 

Quem Tem Medo de Virginia Woolf? (Mike Nichols, 1966)

 

 Cleópatra (Joseph L. Mankiewicz, 1963)

BUtterfield 8 (Daniel Mann, 1960)

Bruscamente no Verão Passado (Joseph L. Mankiewicz, 1959)

Gata em Telhado de Zinco Quente (Richard Brooks, 1958)


A Árvore da Vida (Edward Dmytryk, 1957)